segunda-feira, 7 de maio de 2018

Aula na Escola Profissional



Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção" 
Paulo Freire






domingo, 8 de abril de 2018

As mãos e Origami


As mãos.

Com mãos se faz a paz, se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.


Manuel Alegre - "O Canto e as Armas", 1967

Vida/Origami

Muitas vezes quando estou a dobrar o papel penso na vida. Assim surgiu este texto.

Nascemos, crescemos... Vivemos.
Em cada dia vivemos o presente que Deus nos dá e podemos transformá-lo em outro.O futuro é uma incógnita.
Podemos fazer planos, lembrando o que estabelecemos ou mudamos a forma do que desejamos e temos que contar com o imprevisto, assim, prosseguir a vida. A todo o momento precisamos dar-lhe um novo significado, sem esmorecer. Mesmo que nos digam: não vamos conseguir... Nós teimamos e seguimos em frente. E quando conseguimos cumprir o nosso plano ficamos felizes. Quando queremos construir um modelo de Origami pegamos num quadrado de papel, vamos dobrando e obtendo formas, e sem desistir, dobrando e desdobrando damos outra dimensão ao papel. Quando finalizamos temos o resultado do nosso trabalho e gostando ou não poderemos fazer um próximo aperfeiçoado. Existem pessoas que nos dizem: para quê fazer isso? Tanto trabalho a dobrar um papel... Mas quando vêem o trabalho final ficam fascinadas com as novas formas imprevisivelmente diferentes. Ficamos felizes.

Podemos fazer aqui uma analogia: Vida/Origami.

Com a vida ou um quadrado de papel o que importa é levar em frente aquilo que nos propomos, mesmo encontrando pedras ou dobras difíceis pelo caminho, que nos dificultem essa conquista. Para termos um resultado final o mais importante é não desistir pelo meio e acreditar que somos capazes.

Albertina Fonseca
(se utilizar... dê os créditos)

E vejam este vídeo
Lição do Bambu Chinês

Pterodáctilo








O pterodáctilo ou pterodátilo ("dedo alado") é um pterossauro que viveu no fim do Jurássico, entre 150 e 140 milhões de anos atrás, na Europa. Pesava de 4 a 8 kg. Carnívoro, alimentava-se de peixes e pequenos animais; acredita-se que os mais jovens comiam insetos. Sua envergadura, pequena entre os pterossauros, era de cerca de 1 m.
Como todos eles, possuía asas formadas por uma membrana de pele e músculos que se estendia do quarto dedo da mão (mais alongado) até as pernas - eis a razão de seu nome. O crânio do pterodáctilo era longo, reto e fino, com cerca de 90 dentes na boca que ajudavam a pescar. Sobre a cabeça, uma pequena crista composta por tecidos moles, cuja função devia ser sexual.
Os filhotes de pterodáctilo mudavam consideravelmente conforme a idade, passando por estágios de crescimento bem definidos. Fósseis mostram ciclos de crescimento anuais, o que significa que os pterodáctilos se reproduziam sazonalmente - padrão também visto nos crocodilos modernos.
Nomeado em 1809 pelo naturalista francês Georges Cuvier, foi a primeira espécie de pterossauro e o primeiro animal a ser identificado como um réptil voador. Até ser definido como tal, chegou-se a pensar que fosse algo entre um morcego e um pássaro, ou mesmo uma criatura marinha. Hoje, é conhecido por mais de 30 esqueletos fósseis, muitos deles completos, e a maioria de juvenis, encontrados na Alemanha.
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