quinta-feira, 26 de março de 2009

Origami não é só dobrar papel

Hoje vou escrever sobre origami, amizade, encontros, partilha...terapia...
Durante o tempo que tenho ensinado origami fiz muitas amizades. Amizades lindas...
Um dia destes no meu msn surgiu um convite para aceitar alguém...aceitei. Não é normal eu aceitar quem não conheço mas aceitei.
Era a Noémia, uma senhora que também tem pelo origami uma admiração e também desejou partilhar comigo o amor por essa arte e o que dela beneficiou além de fazer modelos muito bonitos e assim nasceu uma amizade bonita neste mundo virtual.
A Noémia segundo me contou teve um problema de saúde - Esquimia - e levou muito tempo a descobrir...sofreu muito e um dia encontrou o Origami.
Como ela mesma me disse, com o Origami reencontrou uma alegria de viver redobrada. Começou a dobrar e ao longo do tempo viu os seus movimentos melhorados e o seu cérebro mais ativo. Como ela mesmo diz: "hoje estou 90% curada".
É assim, com estes testemunhos, que eu quero dizer às pessoas que o Origami é muito mais do que dobrar um papel.Cada vez que estamos a dobrar um papel estamos a melhorar o nosso cérebro, os nossos movimentos, a nossa auto-estima além de nos sentirmos felizes pelo resultado final.
Obrigada Noémia por me ter adicionado no seu msn e ser uma seguidora do meu blog.
Obrigada pela sua amizade.
Parabens pela sua força e energia.
Um beijinho muito grande

2 comentários:

  1. Minha Amiga Didita ..Não vim ver teu blog antes, porque estava bem gripada.Mais Hoje!!! que felicidade de ler a reportagem que fez a meu respeito.Exatamente como te contei , a alegria de dobrar e conhecer este mundo maravilhoso do Origami e amigos...como você.Amiga Te aMo De coração...Hoje meu coração bateu mais forte, pelo Origami e por ti. bjos

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  2. Manuela16:16

    Olá Albertina!

    Esta reportagem que fizeste sobre a tua amiga Noémia, espelha muito bem, os benefícios do origami no nosso cérebro e na motivação que nos dá, para além de dobrar uma simples folha do papel.
    Eu costumo dizer que se estabelece um diálogo muito próprio entre nós, nossa mente, movimento das mãos e o próprio papel. E quando damos conta.... esse pedaçito de papel se transformou em algo que nos dá prazer observar e encontrar semelhanças no nosso meio.
    Gostei muito de ler esta reportagem e de teres tido coragem de a escrever e dar a conhecer a todos que vistam o teu blog.
    Parabéns,
    Manuela

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